
...Rô...
...13/9/89...
...interior paulista...
Já fui criança (ainda sou), já fui fada, já fui sanguinária, já fui espiã, já fui princesa, já fui guerreira, já fui onça (ainda sou), já fui ninja, já fui espadachim, já fui amazona, já fui sacerdotisa, já fui bruxa (e tento ainda ser), já fui sereia, já fui birrenta (ainda sou), já fui só lágrimas, já fui só sorrisos, já fui lágrimas entre sorrisos, já fui palhaça, já fui noiva, já fui professora, já fui aluna (eterna aprendiz da vida), já fui tanta coisa, em tantas ocasiões, e volto a ser às vezes, mas na maior parte do tempo eu só sou alguém:
Tentando me encontrar
Tentando me entender
Tentando me dominar
Tentando ser melhor
Tentando ser alguém
Tentando ser feliz
Tentando não me importar
Tentando não decepcionar mais ninguém
Tentando viver...
e aprender...
♥
Apaixonada ♥
♥ Por palavras e em todas as formas de expressá-las,
embora, ainda não saiba como usá-las oralmente.
♥ por História e Filosofia.
♥ Mais que apaixonada por um homem que apareceu meio que
do nada e agora não vou mais deixá-lo ir embora.Alexander,
te amo demais!
♫Música♪
tem vez que me dói viver
como pode ser, como pode
nunca se pode crer
em ninguém
simples ser humano com H
esse osso roer não é mole, eu devo confessar
o meu amor já não tem mais tanta frescura
a minha vida não suporta compostura
e assimilando toda a situação
sigo tranqüila com muita perturbação
espero um dia não tomar o tal prozac
e nem perder o fio da comunicação
na vadiagem glorifico ao meu rei
no prosseguir, confesso também errei
espero ser uma pessoa quase sã
pra nunca ter que conhecer o diazepan
Fio da comunicação
Dona Zica
Histórico:
- 15/04/2007 a 21/04/2007
- 25/02/2007 a 03/03/2007
- 28/01/2007 a 03/02/2007
- 14/01/2007 a 20/01/2007
- 07/01/2007 a 13/01/2007
- 31/12/2006 a 06/01/2007
- 24/12/2006 a 30/12/2006
- 26/11/2006 a 02/12/2006
- 22/10/2006 a 28/10/2006
- 15/10/2006 a 21/10/2006
- 24/09/2006 a 30/09/2006
- 17/09/2006 a 23/09/2006
- 03/09/2006 a 09/09/2006
- 20/08/2006 a 26/08/2006
- 30/07/2006 a 05/08/2006
- 21/05/2006 a 27/05/2006
- 07/05/2006 a 13/05/2006
- 30/04/2006 a 06/05/2006
- 23/04/2006 a 29/04/2006
- 16/04/2006 a 22/04/2006
- 09/04/2006 a 15/04/2006
- 02/04/2006 a 08/04/2006

Código html:
Cristiny On Line
Layout:
Rô (é eu mesma!)
Atualizado em Setembro de 2006
Fim de uma fase, Fim de um blog!
E mais uma vez acaba uma fase, acaba um período, e com isso se vai mais um blog e começa outro!
Vou me mudar pelo prazer de mudar e também porque não consigo mudar o template desse blog (Pq amo ele!). Credo, meu texto tá horrível hoje!
Enfim, quem quiser me encontrar agora estou em Sangue, Rosas e Vinho Tinto! Quase todo mundo continua linkado (quem acho que tá com o blog ativo), vou me mudando devagar!
Nous, depois eu edito esse post. Vou deixar só para ficar o aviso de blog novo!
Agora você me encontra:
www.sanguerosasevinhotinto.blogspot.com
Desculpas pelo sumiço!
Começou a faculdade! E como não é na minha cidade estou ficando na casa da minha tia até conseguir passe escolar (quando conseguir vou ter que viajar todo dia! ! 1 hora e meia de viagem, desanima só de pensar!) e aqui não tenho internet, por isso tanto tempo sem postar (estou em uma lan) e nem comentar em lugar nenhum. Vou ver se hoje tiro o atraso.
Estou adorando o curso! (Comunicação Social – Publicidade e Propaganda), maravilhoso mesmo. Claro que tem matérias chatas, mas as específicas do curso compensam as outras. Agora to procurando emprego para tentar vir morar para cá de vez, o que me leva a outro assunto:
E agora? Crescer ou não?
Não agüento mais a depender de alguém - financeiramente então! – não agüento mais ter que pedir permissão e justificar todos os meus atos... ao mesmo tempo, tenho medo das responsabilidades que crescer implica, contas a pagar, situações novas para enfrentar.
Preciso de um emprego, é fato, mas tenho medo de crescer e não agüento mais obedecer como criança. Não gosto de ficar em casa, onde tenho que descrever meus passos, nem gosto de ficar longe, onde não é minha casa e não me sinto totalmente a vontade. E então? Faço o que? Moro sozinha? ...vontade não falta, mas falta dinheiro e coragem.
O ideal seria dividir uma casa com amigas, onde eu teria meu canto e me sentiria bem, mas para isso falta as amigas e claro, o dinheiro.
Nessas muitas dúvidas só uma certeza: preciso de emprego, mas até lá continuo a obedecer...
Post péssimo, desculpem, mas sem tempo e sem muita inspiração. É isso!
Até a próxima...

E finalmente um post feliz! Feliz mesmo, feliz a mais de uma semana! Claro que com problemas básicos, mas nada que me abalasse completamente e todos resolvidos, o que é ótimo, porque fica aquela sensação de realização, sabe? Maravilhoso!
Não sei qual será meu próximo tombo, nem quando, acredito que não demorará muito, mas vou aproveitar essa parte boa enquanto durar! Me fortalecendo para que quando chegar o tombo eu posso me levantar rápido...
Vou aproveitar a vida nova que vai começar segunda (faculdade de publicidade!), aproveitar meu amor (Te amo, vida!) e continuar procurando emprego para ver seu eu viro gente e consigo meu dinheirinho.
Com medo, muito medo de tudo isso, de “sair pro mundo”, ultrapassar os horizontes que estou acostumada, enfrentar o desconhecido...é eu sou dramática mesmo! Mas e não é assim mesmo? É como desbravar novas terras, cruzar a escuridão...não dá para saber o que tem depois, não dá para saber como vai ser, o único jeito de descobrir é indo...conhecer novas pessoas, um novo mundo...alguém pode achar que tô exagerando, mas quando se é tão tímida quanto eu, tão pouco comunicativa acreditem...é difícil, mas o medo vem acompanhado de animação e ansiedade! Então, o jeito é esperar para ver!
Post Bônus – Transição do dia para noite
Sabe naqueles minutos antes do dia acabar e da noite chegar, no final de tarde, quando não é dia nem noite, que fica aquela coisa de nem claro nem escuro. Onde ninguém enxerga direito, mas não adianta acender a luz da lâmpada, ou se estivermos no carro também não adianta ligar o farol, porque não ilumina nada? Não sei se sou só eu, mas sempre fica uma coisa meio melancólica, sentimento horrível dentro do peito, fora o sentimento físico mesmo, os olhos que não sabem se dilatam ou não, deixando a visão prejudicada. E certeza que isso deve ter explicação científica!
Acho que se o mundo chegar ao tal apocalipse não vai ser escuridão profunda, e sim isso de nem claro nem escuro, uma eterna transição. Só sei que se isso acontecer, ou me tranco no quarto ou me mato mesmo!

Tá, então vou tentar...tentar escrever algo bom com o coração até aqui de mágoa, com o olho mais pesado que (pense em algo pesado, sem paciência para comparações)...o Ministério da Saúde Cardíaca adverte as palavras a seguir podem causar a tal Síndrome do Coração Partido...ou com sorte, um infarto de emoção!
Eu sou foda (no sentido ruim da palavra), quanto pior estou mais piadas (e mais idiotas obviamente!)...que que eu tô fazendo aqui mesmo? Ah sim...vamos lá, tentar!
Vai, coração, me ajuda ae! Alivia um pouco e se manifesta...quer continuar inteiro? Então é bom conseguir, meu querido! É hora de falar...esquece o que ta sentindo agora e se concentrar no que sente sempre! É o tal do amor!
Como é que se diz porque se ama alguém? Não existe isso, o amor não tem motivos nem explicações, ele só é!
É como o seu coração bate mais forte e rápido por alguém, quando você se sente essa sensação envolver seu corpo, porque ela não cabe dentro dele, então usa tudo a sua volta. Como alguém disse uma vez “é como um pássaro que vai até o universo e volta”...é assim. As palavras não foram feitas para descrever o amor nem a quem se ama, porque nada disso tem descrição (nem discrição)...
É o amor que nos desarma, que ultrapassa nossas barreiras e chega em nossas almas! É o amor que acaricia nossa alma e nos canta canções de ninar, e é o mesmo amor que segura o coração e aperta ele forte, às vezes por saudade, às vezes por tristeza...É o amor...”tal contrário a si é o próprio amor”
Mas mesmo que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, eu não poderia descrever o amor, e muito menos sem ele eu seria...porque é o amor que me faz sentir viva, é ela que me ensina e me impulsiona! E é também o mesmo que castiga quando a gente erra....
Não, não é sobre o amor que eu tenho que falar, mas sobre o meu amor, esse que não entende que é impossível descrevê-lo, que não entende o que faz comigo, que não entende o poder que tem sobre mim! É sobre ele que tenho que falar...é sobre um homem, que um dia já foi meu...que até ontem era pelo menos...mas quando falo do amor é dele que falo, porque é ele que me acaricia e me dá colo, e o mesmo que aperta com força e craveja as unhas no meu coração. Não, não tem como descrevê-lo...
Eu poderia escrever noites a fio, pela eternidade, que a descrição nunca seria fiel, que nunca eu diria tudo que eu preciso...
O amor não tem prazos ou exigências...não, ele não é assim..
É um pluma livre solta ao vento, sem responsabilidades ou compromissos, com lágrimas e sorrisos...o amor, meu amor, que eu tenho por você não pode ser descrito, nem escrito...só pode ser sentido, e se você não pode senti-lo em mim quando te beijo com vontade, quando eu te abraço forte tentando me fundir na sua pele, se não pode enxergar nos meus olhos quando te olho, se não pode ver no meu sorriso ao seu lado...se não pode sentir, não ache que vai poder ler, porque o amor não é feito de palavras, nem de juras e promessas, é feito de ações e sentimento...
Então, desculpe...eu te amo
[EDIT] Esqueci de dizer que copiei a Tathiana("a imitação é uma forma de homenagem!" rs) e os comentários estão sendo respondidos!!! Uma forma de agradecer aos comentários (nenhum blog meu recebeu tantos!)...[/edit]

Me fechei para balanço e planejei reformas, não uma revolução, só uma reforma mesmo...mas o balanço acabou me deixando mais confusa em relação ao que quero. Não, não é mais tempo que preciso (ou é?). O que eu não gosto é dessa sensação de espera, de sentar e esperar as coisas acontecerem e os dias chegarem. Eu deveria ser menos passiva, mais ativa...é a sensação que fica, mas não sei fazer isso. Ou quem sabe, seja só uma desculpa para eu não ter que fazer. Acho que estou tão confusa que chego a pensar que não estou...ou ainda, que estou tão esclarecida que penso estar confusa...complexo isso, não?
Pois é, eu sou um ser complexo, e quem não é?
Não consigo olhar para dentro de mim sem ver o véu negro que cobre as respostas que procuro. Repostas! E eu que nem sei direito a pergunta...
Eu queria ser como a água, clara e límpida, ou pelo menos que o véu fosse menos opaco. Eu queria tanta coisa, inclusive não querer tanto!
Eu poderia reclamar (mais) da complexa e indescritível natureza humana, mas devo confessar que esse paradoxo chamado ser humano me encanta, e gosto da missão (impossível?) de decifrar minha alma...talvez isso me impeça de cumprir a tarefa...é, talvez eu me sabote para tornar a tarefa mais árdua, talvez, só talvez...
Eu só quero morrer...não, não quero...só quero que isso passe logo: a vontade de chorar, a ansiedade, o desejo, o amor...quem sabe o sofrimento vai junto...
Eu não sei o que fazer, nunca soube. Eu nem sei como agir, ou quando estou certa.Muito menos quando acho que estou certa...
Queria saber ser ruim, sabe? Não arredar o pé, e aguentar a dor...essas coisas, mas eu não sei, até consigo, às vezes, me fingir de forte...mas não com ele, não para ele. TOda minha atuação cai por terra, minhas lágrimas caem junto.
Não sou forte, nunca fui...sempre sofri calada...nem chorar eu chorava, não era mais fácil...mas pelo menos as outras pessoas achavam que eu era forte, que eu não sentia, e eu já tinha me acostumado a fingir, a usar máscaras.
Mas e agora? Ele quebrou minhas máscaras, arrancou minhas lágrimas e me fez sentir de verdade. Não é impossível mentir e fingir para as outras pessoas, eu até posso sorrir e dar risada, contar piada idiota. Mas não com ele, eu tento ser forte, mas não dá...talvez eu só não queira, talvez seja só isso.
É para ele que eu quero correr quando tô mal, mesmo que seja por ele que tô mal...é o colo dele que quero. É o único de quem não fujo o toque, de quem não estremeço...quer dizer, estremeço mas de um jeito bom.
O cheiro, o sabor do beijo, o gosto da pele, o brilho dos olhos...
Alguém me diz o que fazer, alguém me mostra como viver! Me ensina a ser feliz...
Até a poesia eu já perdi...e eu to perdendo ele, eu sei...nós dois estamos nos perdendo, e nós dois sabemos, só não sabemos o que fazer...
Alguém tem a receita?
Mais um fim de ano, mais uma passagem, devia ser especial, não é? Devia
ser feliz pelo menos. Mas como sorrir, como?
Só uma pessoa poderia fazer isso, mas não quer, diz que não será feliz
do meu lado, me chama de egoísta, que não me importo.
Egoísta...egoísta? É talvez eu o seja, eu só queria passar esse dia do
lado daquele que amo, e não me importa onde, a não ser que ele esteja lá.
Mas para ele é o inverso, não importa com quem desde que seja lá. E se eu
não puder, como não pude, ele vai sem mim mesmo. E me chama de egoísta.
Acho que vou parar de pensar em nós mesmo, e pensar só em mim, ninguém pensa,
melhor que eu pense então.
E daí se vou ter mais um ano novo triste? E daí se vai ser o pior da
minha vida? Já me acostumei mesmo, eu só não me acostumo com esse fogo que
queima minha alma, com essa esperança amarga que me preenche, eu quero que ela
vá embora. Quero chorar logo por ele estar longe, por não querer estar
comigo e esquecer. Mas ele não sai da minha cabeça, a distância, a voz, nada sai
da minha cabeça. E eu simplesmente não consigo, não consigo parar de
chorar. E não consigo não prestar atenção aos carros que passam, que algum deles
vai parar e vai ser ele, não consigo não imaginar ele chegando, não consigo
não esperar o telefone (ele me disse que ligaria, mas é tarde já...por que
ninguém é sincero comigo? Por que sempre prometem e não cumprem?), não
esperar a campainha...esperança queima e machuca...
E eu não sei o que é pior...passar essa porra de data longe dele,
sabendo que ainda o verei...ou passar longe, e acabar de vez...
Mais um carro...mais uma esperança...mais uma decepção....mais uma
dor...não é ele lá, e nem vai ser...e talvez não seja nunca mais...
Será que a esperança vai junto com o adeus? Se eu tivesse certeza que
ia já tinha dito...
Campainha...e a esperança queimou, e eu pude até sorrir por alguns
instantes, e eu tive certeza que ia ficar feliz...e eu me
decepcionei...e a lágrima não pára de cair. Eu quero entrar em coma...será que se eu
bater a cabeça forte eu consigo?
E pela primeira vez imaginei minha vida sem olhos castanhos e cachos cobrindo a testa...o problema é que não é só imaginação, é assim que vai ser daqui para frente.
Não vão ter mais brigas, nem os "eu te amo", nem os sorrisos, nem beijos, nem mordidas, nem "xiuuu´s".
E onde foram parar nossos planos? Onde foi parar os meus planos? Os meus sonhos?
Não vai mais ter tudo que imaginei, nem as brigas que eu pensei, nem os sorrisos...
Não vai mais ter 17 de dezembro, nem padrinho de formatura, nem vou precisar me preocupar aonde passar o ano novo, maldito ano novo...
Não vou mais ter por quem esperar toda noite, mas isso não vai mudar em quem eu penso toda hora...
Ainda vou desejar os mesmos beijos e toques durante a semana, só que não vou tê-los no final dela.
Ainda vou chorar todas as noites, só que não vou mais ficar feliz por uma palavra, por uma ligação, por uma mensagem, por voltar só por mim.
Não vai ter mais quem realize meus castelos, e vai demorar para eu parar de falar coisas que aprendi.
Eu vou continuar viva, mas não sei se ainda vou viver, eu sei que vou morrer por um tempo, só tenho medo de que a única coisa que me mantenha viva seja a esperança. Quem foi que inventou que a esperança é boa? Ela esquenta o peito, e deixa alguns minutos de alegria, mas depois você vê que é só sonho, e o calor queima e faz arder o peito. A esperança que já está aqui, e não me permite tirar a aliança do dedo...
Ninguém mais vai fingir que o cação que eu fiz tava gostoso, ninguém vai mais mentir dizendo que eu meu beijo é bom, ou que eu sou linda, que eu sou única e especial. Eu não vou ter ninguém para fazer carinho, ou para beijar, ou para abraçar, ou para olhar dormindo no meu colo.
Ninguém mais vai tomar chuva comigo, ou me levar para ver areia colorida.
Não vou ter ninguém para contar os meus sonhos, ninguém para comemorar as vitórias, e chorar as derrotas...que eu ainda nem tive. Com quem eu vou comemorar se passar no vestibular domingo? Quem vai tomar champagne comigo no baile de formatura?
E o para sempre se perdeu em um dia, e minha vida se perdeu junto e não tem como não querer tudo de volta e voltar atrás, mas eu lembro das coisas que me magoaram para não perder a coragem e não voltar atrás como eu tanto quero, mas eu não posso, e eu nem sei porque não posso. Não sei sei foi porque ele não pediu, ou porque não quero que pareça que eu só to jogando, ou porque minha fraqueza me impede de continuar lutando todas as noites por um amor.
Ou porque eu sei que ele é o único para quem não consigo fingir essa fraqueza, para quem não consigo fingir que não sinto nada, e que não me importa nada, o único que sabe que não sou fria. Sou só uma menininha morrendo de medo de sofrer, uma menininha romântica e trouxa que já cresceu, mas ainda se sente a mesma menininha querendo se fingir de mulher forte, fria e calculista. E o máximo que consegue é se esconder atrás do silêncio e de uma criada...

A flor que eu não ganhei
Não foi um buquê
Nem mesmo um ramalhete
Foi só uma rosa
Nem em botão, nem desabrochada
Uma rosa vermelha adolescente
A que eu não ganhei
Foi apanhada entre rosas brancas
Na casa de um desconhecido
Foi roubada para mim
A flor que eu não ganhei
Foi tirada com carinho
Para não machucar a roseira
Símbolo de um amor dolorido
Um pedido não realizado
A flor que eu não ganhei
Era um vermelho sangue
Contrastando com o verde da folha
De um perfume único - irreal
Representando nossos corações pulsando
Era assim, a flor que eu não ganhei
Não foi um pedido de desculpas
Não era meu aniversário
Nenhum dia especial
Foi dada só por amor
A flor que não ganhei
Ela não veio acompanhada de sorriso
Nem de beijo, nem de um eu te amo
E eu também não sorri, muito menos agradeci
Porque a flor que eu não ganhei
Nunca chegou até a mim

Eu só quero que a noite passe logo, e que o sol venha logo me dizer que eu ainda posso ser feliz. Eu quero ver o sol raiando da pedra da Prainha...tentando não lembrar por tudo que já passamos por lá, tentando não olhar para cima e ver o Chapadão, onde os domingos passaram com salgadinhos Elma Chip´s e coca-colas. Tentando esquecer nossos sorrisos, tentando esquecer aquele olhar, a barba por fazer que eu tanto adoro (maldito verbo no presente!), a toca da Nike, ou os tênis Adidas.
Eu até pensei em escrever alguma coisa alegre para fazer diferente, e sair da rotina, para ver se minha alma se separa do meu corpo e eu encontro a porta por onde a Deusa possa entrar e falar comigo, mas não quero. Eu quero que se exploda a elevação da alma, não não quero, mas hoje eu só quero chorar e pensar em tudo que eu queria dizer para alguém que não se importa em ouvir. Para alguém que não atendeu meu telefonema e fechou o MSN na minha cara, pior do que brigas e xingos é ser ignorada.
Eu só quero curtir essa noite de fossa e aproveitar que eu sei o que sinto, sei? Sei lá, tem raiva aqui e não é de mim, uma das primeiras noites e posts que escrevo sem raiva de mim, e a dor não é minha culpa, eu tentei! Cara, dessa vez eu tentei!
Não quero lembrar que amanhã tem aula, não quero sair pro mundo amanhã, eu só quero ficar aqui, esperando a noite chegar e eu quero falar com ele. Porra, apesar de tudo eu quero falar com ele.
Dessa vez não encontro erros meus, não exigi demais, não provoquei, dessa vez eu posso dizer que fui inocente. Eu só queria que as coisas, as pequenas e bobas coisas que me importam, que me deixam felizes, importassem para mais alguém, não, não é isso que eu quero, eu só queria que ele se importasse com essas coisas.
Eu queria aprender coisas bobas e ficar feliz, como fazer pastéis, ou brincar no photoshop conseguindo resultados mais ou menos, ou ir em festas a fantasia onde me passar por uma outra pessoa, melhor ou pior não importa, só ser outra pessoa por poucos segundos já me basta. Queria ficar feliz sem precisar dividir isso com ninguém, mas num dá, num rola comigo num, eu tenho que dividir, mostrar para alguém que alguma coisa completamente sem sentido e boba me faz feliz, e acreditar por algum tempo que eu sou normal e não tão complicada como acho. Eu preciso dizer isso para alguém, dividir, sabe?
É cedo ainda, quase 2 horas, e eu preciso encontrar algo que me ocupe até o fim da noite, algo que me faça parar de pensar no que eu devo fazer. Acho que eu preciso falar com alguém, mas eu não curto muito isso de dividir tristeza apesar do meu egoísmo, mas acho que preciso aprender...
Eu preciso tomar uma decisão que não sei como tomar, eu preciso tentar resolver dessa vez, resolver de verdade, e não só esperar que a poeira abaixe e que tudo fique bem, fingir que esquecemos e continuar.
É fácil brigar eu acho, brigar até cansar e então esquecer, chorar abraçados, agora é fácil. Difícil é segurar tudo, sem como gritar o que se quer dizer, difícil é ter que esperar até que outra pessoa decida que quer falar com você. Difícil é ouvir (ler) acusações e não ter tempo de se defender. Difícil é não jogar a aliança longe.
E difícil é saber que amanhã, os trechos dessa porra de post vão ser usados contra mim, “quer jogar a aliança longe, que ta fazendo com ela no dedo ainda então?”.
A aliança ainda ta no meu dedo, porque apesar da raiva ainda to pensando se consigo viver sem ele, porque eu só consigo pensar em terminar tudo se pensar que tem como a gente voltar, nem que seja por muito tempo. Que inferno, eu o amo! “Difícil com ele, impossível sem ele”. Mas será que eu agüento? Agüento viver com a cabeça abaixada até quando? O quanto eu já me calei para não piorar a brigar, para não perdê-lo, e quantas patadas já levei quando só tentava resolver tudo. É, acho que só fraca demais para desafiar o amor. Acho que é medo, tantos medos! Das reações, do fim, do ódio...
Já devo ter
ultrapassado o limite de caracteres da Uol, melhor parar...
SÓ LEIA SE VOCÊ ESTIVER MUITO MALTAMBÉM! NÃO QUERO CONTAGIAR NINGUÉM COM ISSO, MAS QUERO DESABAFAR!
Que fique bem claro a quem por aqui por acaso passar e para mim mesma que EU ME ODEIO!
Desisto da paquera, desisto de tentar me encontrar, de conseguir uma convivência pacífica entre as tantas eus dentro de mim, que a criança, a mãe, a donzela, a fera, a virgem santa, a prostituta, a anciã se virem, por que eu desisti de tentar!
Eu quero é jogar tudo pro alto! E tacar um foda-se em tudo!
Vou fazer todo mundo me odiar como eu me odeio, o ódio é menor pior que a decepção...e então, quando todo mundo que me ama me odiar, eu fujo para longe, para bem longe! Vou morar isolada em alguma montanha, sem contato com mais ninguém que eu possa magoar! Só comigo mesma (isso é que vai ser foda), sem máscaras de alegria falsa que teimam cobrir meu rosto para depois cairem e doerem!
Puta qui o pariu! Por que que eu sou assim? Diferente? Por que eu não podia ser normal? Agora, vem alguém e me diz, "mas todo mundo tem problema!", eu sei que todos temos, e os meus não são maiores que o de ninguém, na verdade são até menores que o da maioria, a questão é que eu não sirvo para viver, entende?
Eu não sei nem porquê eu nasci! Eu não sei viver! Não sei conviver comigo, não sei conviver com as outras pessoas! Não sei conviver com sentimentos! Eu não entendo nada! Não sei o que é diversão, não sei o que é felicidade, nem o que é dor, nem o que alegria, nem frio, nem calor! Me parece tudo coisa psicológica, então, por que que eu não posso dormir para sempre e criar um mundo todo meu, com todos os sentimentos dentro?
Até acho que eu sou uma pessoa boa, mas quando eu vou fazer o balanço, só dah defeito! Cadê minhas qualidades? Como eu posso me achar alguém bom, se nem vejo minhas qualidades? Se é que as tenho! E antes que alguém pense, humildade e modéstia não são qualidades minhas não, eu sou arrogante até!
E não entendo por que que todo mundo tem um monte de coisa que gosta de fazer e eu não tenho nada! Eu gosto de palavras e de imagens...mas e dae...só disso? Eu deveria gostar de algo como caminhar, pedalar, sair, gandaia, pescar, sei lah...qualquer coisa assim...mas não tenho paixão por nada disso, até gosto! Mas sei lah, viu!
As coisas que eu gosto só eu gosto, ninguém mais tah nem ai!
Às vezes eu tento ser alguém melhor...mas é só às vezes, e nunca é o suficiente...e eu não sei como melhorar! Eu só queria sumir...
E porra, eu num to sofrendo, ou to?
Eu num sei sentir!!!!!
[vocabulário inadequado]Caralho! inferno! desgraça! puta qui pariu! Porra! Merda! Nem palavrão eu lembro mais! [/vocabulário inadequado]
Post inútil e mal escrito!
Affff
Continuo me procurando, em frestas, em músicas, em livros, em poesia. Me procuro na ordem, e me procuro na bagunça, no comunismo e na anarquia. Mas não estou em lugar nenhum...
Me procuro em palavras rabicadas, faladas e também nas caladas, me procuro nas palavras apagadas, e nas riscadas, não estou em lugar nenhum.
Me procuro em tanto lugar, me procuro até em mim, mas também não estou aqui.
Me procuro em imagens, em montagens, me procuro em lágrimas e em sorrisos, em filmes e em desenhos.
E assim eu vou, me procurando, me buscando...mas onde é que eu estou?
Às vezes, eu me encontro, raras vezes, quando me perco com ele...acho que me encontro, mas será ela eu? Sou eu mesmo ela?
E nesses raros encontros, eu tento combinar alguma coisa, a gente sair, sei lá, para continuar aquela coisa da paquera, mas acho que ela (eu) não foi muito com a minha cara, nega meus pedidos, foge dos nossos encontros, inventa desculpas pros nossos jantares, é, ela (eu) é difícil!
Sem me encontrar nunca sei com certeza, se estou feliz ou se estou triste...eu sei lá!
Eu queria mudar o que eu sinto, o que sei que me faz mal, mas se eu não me encontro como é que vou mudar?
Tenho vontade de chorar do nada, e de sorrir também...eu queria colo, mas meu colo tá longe! Eu queria dançar, pular, mas metade de mim tem vergonha disso e a outra metade fica emburrada com a parte que tem vergonha, daí elas brigam...e eu só fico parada.
É culpa dessa indefinição, estar entre criança e adulta,"nem menina, nem mulher". Cada hora eu sou uma, mas tem hora que não sou nada, e essas horas é que são difíceis!
As brincadeiras de criança mudaram, mas continuo brincando como sempre brinquei...criando mundo imáginarios, situações em que queria estar, continuo sendo vários personagens e distribuindo alguns papéis também! Sou a diretora do teatro da minha mente, e mesmo que os enredos tenham mudado um pouco o fundo é quase sempre o mesmo! Continuo jogando rpg comigo mesmo...é quando eu brinco que eu encontro comigo, mesmo que algumas vezes eu incorpore algum personagem...
A saga da indefinição continua!
Eu queria ter...
...a frase fica no vazio, não sei mais nem o que eu quero ter, já não sei nem quem quero ser. Antes eu sabia quem queria ser, só não sabia quem era. Agora não sei quem quero ser, e AINDA não sei quem sou. Antes pedir era fácil “quero isso...quero aquilo e aquilo também”, mas e agora? Agora eu tenho o que eu mais pedi (um coração quente,uma alma feliz e um homem maravilhoso), e eu não perdi a escrita (mesmo tendo escrito bem pouco e sem muita qualidade, coisa que também não tinha muita antes) e nem o arrepio que percorre meu corpo quando eu escrevo algo mais ou menos razoável (é redundância isso?).
Eu não sei o que quero ser, como queria ser, mas pelo menos sei o que preciso mudar (melhorar?), acho que tenho me conhecido aos poucos, e não quero me apressar, nada de beijo no primeiro encontro, vou só me paquerar, me cozinhar em banho-maria, e quem sabe, daqui um tempo, nós (eu comigo mesma) até tenhamos um caso de amor, mas até lá, vou deixar a vida me levar, tentando não em afogar na correnteza de incertezas.
É melhor ir com calma, assim não vou ter mais uma decepção amorosa comigo mesma, e também não vou deixar detalhes passarem despercebidos. Vou descobrir o que me dá prazer e o que me causa dor, o que me faz sorrir e o que me faz chorar, é sim, e quem sabe eu até case comigo mesma!! Na pior das hipóteses eu me decepciono de novo, a gente se separa, fica um tempo cada uma no seu canto (do meu cérebro), e depois, como sempre, a gente acaba reatando, e continuamos a discutir dentro da minha cabeça.
É, isso mesmo! Vou convidá-la para jantar, cineminha, tomar um sorvete, vou olhar no fundo dos olhos dela e descobrir quem ela é (quem eu sou.), aos pouquinhos vou me conhecendo, meus defeitos e qualidades (vou ser sincera comigo mesma!), e vou ver se esse relacionamento vai para frente. Se não for? Bem...vamos pensar nisso mais para frente, a gente conversa chega a um acordo, fica ela em metade da minha cabeça e eu em outra, a gente não se fala...sei lá, depois a gente vê isso, separa nossos bens, separa nossos pensamentos...dá se um jeito, mas não quero pensar em possibilidades futuras agora, vou curtir essa paquera comigo mesma, e quando eu me conhecer profundamente faço um manual de instruções e entrego para todo mundo que se relaciona comigo...não, não faço não, deixa todo mundo me conhecer aos poucos também (viu, meu amor?!), é mais interessante!